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Produção industrial cresce pelo segundo mês consecutivo, mostra IBGE


Dados do IBGE mostram recuperação de dados da indústria nos últimos dois meses. Foto: Imprensa Volkswagen
Dados do IBGE mostram recuperação de dados da indústria nos últimos dois meses. Foto: Volkswagen


Puxado por bens de capital, que são usados para fabricar outros itens, a produção industrial brasileira cresceu pelo segundo mês consecutivo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em abril foi registrada expansão de 0,1%; em março, esse avanço havia sido de 1,4%.
Na prática, mais bens de capital significa mais investimentos e sugere, ainda, um início de retomada da confiança de empresas e famílias. O segmento de bens de capital, mostrou o IBGE, mantém desde o início do ano uma trajetória de crescimento, foram quatro meses seguidos de expansão nesse grupo. Em abril, houve aumento de 1,2% frente a março.
O grupo de bens intermediários, que são os absorvidos durante o processo de produção, a exemplo de partes eletrônicas na fabricação de um celular ou computador, também apresentou números positivos. Houve um crescimento de 0,5% no mês, interrompendo a sequência de duas quedas consecutivas.
Positivo
Entre os setores, os principais impactos positivos foram em produtos alimentícios (+4,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,0%). O primeiro ramo marcou a a segunda alta consecutiva e acumula, no ano, crescimento de 10,9%.


Também vieram contribuições positivas das indústrias extrativas (1,3%), de celulose, papel e produtos de papel (2,7%), de máquinas e equipamentos (2,0%), de bebidas (2,4%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,9%).

Recuperação
Os dados do IBGE mostraram ainda que apesar de taxas positivas no mês, muito ainda precisa ser feito para a retomada do crescimento industrial, um dos setores que mais foi impactado pela crise dos últimos anos. No acumulado do ano até abril, a indústria mostrou queda de 10,5%, com taxas negativas disseminadas nesse tipo de comparação


Diante desse quadro, o governo tem tomado medidas, a exemplo da proposta de limite para os gastos públicos e do congelamento de subsídios, ações que vão colocar as contas públicas em ordem e estimular investimentos. Créditos Portal Brasil


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